quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Diz-me como pensas...



Encetamos o ano, com um texto, escrito em 2007, sobre a importância do modo como se pensa sobre a realidade.


Texto Isabel Mota

Louise L. Hay defende que o pensamento positivo tem um efeito quase directo sobre a realidade que vivemos. As nossas experiências não passarão, assim, de um reflexo da qualidade dos nossos pensamentos, crenças e valores. Tudo à nossa volta é nada menos que um espelho do que se passa no nosso interior.

Segundo Louise Hay está em nós tudo aquilo de que precisamos e procuramos, nomeadamente o poder, o amor, a sabedoria e a capacidade, para mudar, decidir e escolher. Por um lado, reconhecer os pensamentos negativos, destrutivos (como a crítica, a lamentação, condenação ou auto-punição) desvalorizando-os e libertando-nos deles, por outro, aceitar focar-nos em pensamentos construtivos, sentimentos positivos (de auto-estima, alegria, paz, beleza, compreensão, liberdade, tempo, cura e abundância) e experiências felizes, dando-lhes importância.

Para a autora há que aceitar, sem reservas, condições ou expectativas, tudo o que é, a vivência plena do presente - o que nos satisfará e curará. Há que nos amarmos a nós próprios, incluindo o nosso corpo, aparência, experiências, sexualidade, erros, família, passado e presente. Há que sermos os nossos melhores amigos: a pessoa que mais nos apoia, faz mais e melhor companhia, mais disponível está, mais confiança tem em nós, nos elogia, estima e valoriza.

Algumas das afirmações recomendadas são: “eu posso…”, “eu consigo…”, “eu mereço…”, “eu aceito…”, “é fácil…”. Desta forma, passaremos de vítimas a vencedores, assumindo a responsabilidade pela nossa vida já que, como defende a autora, os nossos pensamentos criam as experiências de vida (futura), pois materializamos aquilo em que acreditamos. Por isso aconselha, “não diga nada que não queira que se torne uma realidade para si”.

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