sábado, 21 de abril de 2012

Rádiotelefonia de sessenta X




Nesta décima e última parte referimos a bibliografia usada neste trabalho de há 15 anos


Texto Dina Cristo



Livros


AAVV – 60 anos de rádio em Portugal 1925-1985, Lisboa, Editora Vega, 1986.

RELATÓRIO PRELIMINAR DA RÁDIO MOÇAMBIQUE AOS TRABALHOS PREPARATÓRIOS DO SEMINÁRIO NACIONAL DA INFORMAÇÃO - Relatório Preliminar da Rádio Moçambique aos trabalhos preparatórios do seminário nacional da informação, Gabinete de Estudos MINFO, 1977.



ANTUNES, José Freire – Kennedy e Salazar – o leão e a raposa 1961, Difusão Cultural, 1991.



ANTUNES, José Freire – Nixon e Caetano – promessas e abandono 1969-1974, Difusão Cultural, 1992.


AVILLEZ, Maria João – Soares – ditadura e revolução, Círculo de Leitores, 1996.


BASSETS, lluís – De las ondas rojas a las rádios librés, Barcelona, Editorial Gustavo Gili, 1981.


BARRETO, José – Carta ao Cardeal Cerejeira, 16 de Julho de 1968, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1996.


BRANCO, Fernando Castelo – A radiodifusão dos discursos de Salazar como factor da sua ascensão política, Fragmentos, s/d.


BRANCO, Fernando Castelo – O Estado Novo. Das origens ao fim da autarcia 1929-1959, Fragmentos, s/d.


CÁDIMA, Francisco Rui – Salazar, Caetano e a Televisão Portuguesa, Editorial Presença, 1996.


CRUZ, Olga Serra – Rádio anos 60, Universidade Nova (policopiado), 1986.


FERREIRA, Eduardo de Sousa – Rádio e Televisão, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1977.


FERREIRA, Eduardo de Sousa – O fim de uma era: o colonialismo português em África, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1977.


FRANCO, Graça – A censura à imprensa (1820-1974), Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1993.


GALVÃO, Henrique – Diário de Peniche, Lisboa, Gráfica Imperial, s/d.


GARNIER, Christine – Férias com Salazar, 7ª ed., Lisboa, Companhia Nacional Editora, 1952.


GÓIS, Anabela et al – Da rádio tradicional à rádio livre, Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.


HISTÓRIA DO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE – História do Rádio Clube de Moçambique, Montijo, Oficinas da “Gazeta do Sul”, 1959.


JEANNENEY, Jean-Noel – A rádio: novo rejuvenescimento in Uma história da comunicação social, Lisboa, Terramar, 1996.


MCLUHAN, Marshall – Rádio – o tambor tribal in Os meios de comunicação como extensões do homem, São Paulo, Editora Cultrix, 1988.
MAIA, Matos – A telefonia, Lisboa, Círculo de Leitores, 1995.


MAIA, Matos – Aqui emissora da Liberdade – Rádio Clube Português 04.26 25 de Abril de 1974, Edição Rádio Clube Português, 1975.


MAIA, Matos – A invasão dos Marcianos, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1996.


MATTOSO, José (Dir.) – A lenta agonia do salazarismo in História de Portugal, vol.VII, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994.


MATTOSO, José (Dir.) – Marcelismo: a libertação tardia (1968-1974) in História de Portugal, Vol.VII, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994.


MARCOS, Luís Humberto – Rádio locais – a lei e a realidade, Porto, Centro de formação de Jornalistas, 1989.


MEDINA, João (Dir.) – História Contemporânea de Portugal, Vol.I e II, Multilar, S/d.


MIGUEL, Aura – Rádio Renascença: os trabalhos e os dias (1933-1948), Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1992.


NASCIMENTO, José – A história da rádio, Policopiado, s/d.


NEVES, Moreira das – Para a história da Rádio Renascença – Monsenhor Lopes da Cruz e a emissora Católica Portuguesa – subsídios e comentários, Lisboa, 1980.


NOUSCHI, Marc – A aldeia global in O século XX, Instituto Piaget, 1996.


OLIVEIRA, Aníbal José – História da radiodifusão em Portugal (os contributos do RCP e EN), Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.
PATRÍCIO, João – Editoriais e notas do dia. Das realidades aos mitos, Emissora Nacional de Radiodifusão, 1968.


PATRÍCIO, João – Editoriais e notas do dia. Renovação na continuidade, Emissora Nacional de Radiodifusão, 1969-70.
PERDIGÃO, Rui – O PCP visto por dentro e por fora, Lisboa, Editorial Fragmentos, 1998.



PERES, Maria José – RDP/Internacional – Rádio Portugal, Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.
RIBEIRO, Fernando Curado – RÁDIO – Produção-Realização-Estética, Arcádia, 1964.
RODRIGUES, António Simões (Coord.) – História de Portugal em datas, Círculo de leitores, 1994.
ROSAS, Fernando; BRITO, J.M. Brandão – Rádio in Dicionário de História do Estado Novo, Círculo de Leitores, 1996
SILVA, Virgílio luís – Etelvina Lopes de Almeida, Lisboa, Policopiado, 1997.
TEIXEIRA, João Luís e tal – A rádio em Portugal, Lisboa, Policopiado, 1998.
TEIXEIRA, João Luís e tal – A rádio em Portugal desde o seu aparecimento até aos nossos dias, Lisboa, Universidade Nova, Policopiado, 1998.
WILLIAMS, Neville – Cronologia enciclopédica do mundo moderno 1960 1973, vol. VIII, Círculo de Leitores, 1990.
Periódicos
Revista Rádio & Televisão: 1958-1968.ABREU, Filomena – Os engenheiros e a radiofonia: dos anos trinta ao limiar da RTP in Revista História, Março 1997.
ABREU, Filomena – As rádios portuguesas e a causa franquista. A guerra do éter in Revista História, Maio 1996.



ABREU, Filomena – No 60º aniversário da Emissora Nacional. A rádio portuguesa e a guerra civil de Espanha in Revista História, Maio Agosto/Setembro, 1995.
ALEGRE, Manuel – A Argélia que eu conheci in Revista Expresso, 17 Janeiro 1998.
ANO DE 68 – Ano de 68 in Revista Expresso, 29 Maio 1993, pág.23-63.



BARROS, Júlia Leitão – Salazar sem fios in Público Magazine, 11 Dezembro 1994.



CABRITA, Felícia – O 1º dia do fim do império in Revista Expresso, 14 Março 1998, pág.30-48.



CÁDIMA, Francisco Rui – A televisão e a ditadura (1957-1974) in Revista História, Março 1997
CASTANHEIRA, José Pedro – Voltaria a ser da PIDE in Revista Expresso, 21 Fevereiro 1998, pág.50-64.
CASTANHEIRA, José Pedro – Como matámos Humberto Delgado in Revista Expresso, 14 Fevereiro 1998, pág.38-53.
COREEIA, Ana Paula – Ala liberal. O último almoço com Marcelo in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág.38-47.
CRESSARD, Armelle – De la technique à l´ art radiophonique in Le Monde, 15 Maio 1995, pág.3.


GOMES, Adelino – Consciências acordadas pela guerra in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág.22-37.
MASSADA, Jorge – Retrato do poder enquanto jovem in Revista Expresso, 12 Julho 1997.
MASSADA; Jorge – Uma equipa de classe in Revista Expresso, 21 Março 1998, pág.30-42.
MAUPERRIN, Maria José – Aqui Lisboa, Emissora Nacional in Revista Expresso, 5 Agosto 1995.
NUNES, António – O regime salazarista nos anos sessenta visto pelo jornal Le Monde in Revista de História das Ideias, nº17, Instituto de História e Teoria das Ideias, Faculdade de Letras de Coimbra, 1995.
OLIVEIRA, Daniel – Primavera de Praga. Só se perde uma vez in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág. 64-76.



O DRAMA DO SANTA MARIA – O drama do Santa Maria in Revista O Século Ilustrado, 11 Fevereiro 1961.



PINTO, José Silva – Ano de 68 in Revista Expresso, 29 Maio 1993, pág.23-63.
RÁDIO: AS MUDANÇAS NO ESPECTRO - Rádio: as mudanças no espectro in Revista Comunicações, nº9, Nov./Dez. 1986.



Torre do Tombo



QUEIROZ, António Eça: AOS/CP – 231 28.08.1935 – 04.01.1964. AOS/CP – 232 26.01.1964 – 05.11.1965



FERREIRA, Jaime: AOS/CP – 110 p.3 3.8/3 Fl 267-280



ALLEGRO, Sollari: AOS/CP – 4



EN: AOS/CP/PC – 26

Arquivo histórico da RDP



Diário do Governo:


I Série, nº296. 30 Dezembro 1957


I Série, nº75. 30 Março 1966


I Série, nº296. 15 Novembro 1968


I Série, nº227. 27 Setembro 1969



AHD 14 340 – Gravação do arquivo do RCP


AHD 13539 – Programa “A minha amiga rádio”


Faixa 1: Programa 63.00 de 19/06/1995


AHD 13539 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Programa “O mundo em parada 1961” 36.00 de 31/12/1961


Faixa 4: Declarações de Sarmento Rodrigues no aeroporto de Lisboa à chegada de uma visita a Goa; 1.11 de 27/01/1960


Faixa 5: Declarações de David Moss (prés.OIT) à chegada a Lisboa; 1.42 de 01/01/1961


Faixa 6: Programa Talismã; 3.47 de 01/01/1961


Faixa 7: Declarações sobre o relatório do tenente-coronel Solano de Almeida; 6.34 de 23/12/1961


AHD 13706 – Reunião da Comissão Executiva da União Nacional; discursos


Faixa1: discursos de Costa Leite Lumbrales e de oliveira Salazar 54.00 de 30/06/1958


AHD 14341 – Gravação do arquivo do Rádio Clube Português


Faixa 1: Crónica de Angola, 17.35 de 21/04/1961


Faixa 2: Crónica de Angola, 24.45 de 26/04/1961


Faixa 3: Crónica de Angola, 24.45 de 26/04/1961


Faixa 4: Crónica de Angola, 7.15 de 27/04/1961


AHD 1922 – Desvio do Santa Maria (reportagem) e doença de Salazar


Faixa 4: Chegada a Alcântara, 7.45 de 16/02/1961


Faixa 6: Exoneração de Salazar, 4.25 de 19/09/1968


Faixa 9: Relatório médico, 4.45 de 16/09/1968


Faixa 10: Relatório médico, 7.25 de 01/09/1968


AHD 2394 – Programa RDP Sessenta anos de rádio em Portugal, 96.00 de 01/01/1985. Contexto histórico da evolução da radiodifusão sonora em Portugal ao longo de 98 faixas


AHD 10584 – Biografia de Humberto Delgado 29.50 de 01/11/1976


Faixa1: Extracto3: Depoimento de José do Nascimento;


Faixa 1: extracto 4: Telefonema do censor para o RCP;


Faixa3: Mensagem aos portugueses; 0.18 de 01/01/1958


AHD 13543 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Sessão de propaganda da União Nacional no Porto no âmbito da Campanha eleitoral de 1959; 62.00 de 01/01/1959


AHD 14340 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Sete crónicas de Angola de 57.15 de 05/04/1961 a 03/05/1961



Entrevistas orais:


BRANCO, António Jorge – Lisboa, 14/07/1997


CANEDO, João – Lisboa, 17/07/1997


COUTO, Júlio – Porto, 21/07/1997


CRUZ, Carlos – Lisboa, 23/07/1997


LUCAS, Carlos Brandão, 15/08/1997





Rádio


ROSAS, Fernando – Era uma vez um milénio. Antena 2. 1997/1998.


COELHO, Alexandra Lucas – Entrevista a Jorge Gil no programa da Manhã, Antena 1. 01/04/1997.





Vídeo


BBC – O século do povo, Ediclube, 1997.


COMSOM – Angola. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Moçambique. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Guiné. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Madina do Boé. A retirada, Diário de Notícias, 21/03/1998.


COMSOM – De Guilege a Guadamael. O corredor da morte, Diário de Notícias, 28/03/1998.

 


Televisão


LOPES, Fátima – As caras da rádio. SIC, 30/03/1998.


RICO, Carlos – A semana que abalou o regime. SIC, 30/03/1998 – 03/04/1998



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Rádiotelefonia de sessenta X




Nesta última parte fazemos referência à bibliografia usada neste ensaio, escrito há 15 anos, sobre a radiodifusão nos anos 60 em Portugal.





Texto Dina Cristo




Livros




AAVV – 60 anos de rádio em Portugal 1925-1985, Lisboa, Editora Vega, 1986.






RELATÓRIO PRELIMINAR DA RÁDIO MOÇAMBIQUE AOS TRABALHOS PREPARATÓRIOS DO SEMINÁRIO NACIONAL DA INFORMAÇÃO - Relatório Preliminar da Rádio Moçambique aos trabalhos preparatórios do seminário nacional da informação, Gabinete de Estudos MINFO, 1977.






ANTUNES, José Freire – Kennedy e Salazar – o leão e a raposa 1961, Difusão Cultural, 1991.






ANTUNES, José Freire – Nixon e Caetano – promessas e abandono 1969-1974, Difusão Cultural, 1992.






AVILLEZ, Maria João – Soares – ditadura e revolução, Círculo de Leitores, 1996.






BASSETS, lluís – De las ondas rojas a las rádios librés, Barcelona, Editorial Gustavo Gili, 1981.






BARRETO, José – Carta ao Cardeal Cerejeira, 16 de Julho de 1968, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1996.






BRANCO, Fernando Castelo – A radiodifusão dos discursos de Salazar como factor da sua ascensão política, Fragmentos, s/d.






BRANCO, Fernando Castelo – O Estado Novo. Das origens ao fim da autarcia 1929-1959, Fragmentos, s/d.






CÁDIMA, Francisco Rui – Salazar, Caetano e a Televisão Portuguesa, Editorial Presença, 1996.






CRUZ, Olga Serra – Rádio anos 60, Universidade Nova (policopiado), 1986.






FERREIRA, Eduardo de Sousa – Rádio e Televisão, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1977.






FERREIRA, Eduardo de Sousa – O fim de uma era: o colonialismo português em África, Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1977.






FRANCO, Graça – A censura à imprensa (1820-1974), Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1993.






GALVÃO, Henrique – Diário de Peniche, Lisboa, Gráfica Imperial, s/d.






GARNIER, Christine – Férias com Salazar, 7ª ed., Lisboa, Companhia Nacional Editora, 1952.






GÓIS, Anabela et al – Da rádio tradicional à rádio livre, Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.






HISTÓRIA DO RÁDIO CLUBE DE MOÇAMBIQUE – História do Rádio Clube de Moçambique, Montijo, Oficinas da “Gazeta do Sul”, 1959.






JEANNENEY, Jean-Noel – A rádio: novo rejuvenescimento in Uma história da comunicação social, Lisboa, Terramar, 1996.






MCLUHAN, Marshall – Rádio – o tambor tribal in Os meios de comunicação como extensões do homem, São Paulo, Editora Cultrix, 1988.






MAIA, Matos – A telefonia, Lisboa, Círculo de Leitores, 1995.






MAIA, Matos – Aqui emissora da Liberdade – Rádio Clube Português 04.26 25 de Abril de 1974, Edição Rádio Clube Português, 1975.






MAIA, Matos – A invasão dos Marcianos, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1996.






MATTOSO, José (Dir.) – A lenta agonia do salazarismo in História de Portugal, vol.VII, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994.






MATTOSO, José (Dir.) – Marcelismo: a libertação tardia (1968-1974) in História de Portugal, Vol.VII, Lisboa, Círculo de Leitores, 1994.






MARCOS, Luís Humberto – Rádio locais – a lei e a realidade, Porto, Centro de formação de Jornalistas, 1989.






MEDINA, João (Dir.) – História Contemporânea de Portugal, Vol.I e II, Multilar, S/d.






MIGUEL, Aura – Rádio Renascença: os trabalhos e os dias (1933-1948), Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1992.






NASCIMENTO, José – A história da rádio, Policopiado, s/d.






NEVES, Moreira das – Para a história da Rádio Renascença – Monsenhor Lopes da Cruz e a emissora Católica Portuguesa – subsídios e comentários, Lisboa, 1980.






NOUSCHI, Marc – A aldeia global in O século XX, Instituto Piaget, 1996.






OLIVEIRA, Aníbal José – História da radiodifusão em Portugal (os contributos do RCP e EN), Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.






PATRÍCIO, João – Editoriais e notas do dia. Das realidades aos mitos, Emissora Nacional de Radiodifusão, 1968.






PATRÍCIO, João – Editoriais e notas do dia. Renovação na continuidade, Emissora Nacional de Radiodifusão, 1969-70.






PERDIGÃO, Rui – O PCP visto por dentro e por fora, Lisboa, Editorial Fragmentos, 1998.






PERES, Maria José – RDP/Internacional – Rádio Portugal, Lisboa, Universidade Nova (policopiado), s/d.






RIBEIRO, Fernando Curado – RÁDIO – Produção-Realização-Estética, Arcádia, 1964.






RODRIGUES, António Simões (Coord.) – História de Portugal em datas, Círculo de leitores, 1994.






ROSAS, Fernando; BRITO, J.M. Brandão – Rádio in Dicionário de História do Estado Novo, Círculo de Leitores, 1996






SILVA, Virgílio luís – Etelvina Lopes de Almeida, Lisboa, Policopiado, 1997.






TEIXEIRA, João Luís e tal – A rádio em Portugal, Lisboa, Policopiado, 1998.






TEIXEIRA, João Luís e tal – A rádio em Portugal desde o seu aparecimento até aos nossos dias, Lisboa, Universidade Nova, Policopiado, 1998.






WILLIAMS, Neville – Cronologia enciclopédica do mundo moderno 1960 1973, vol. VIII, Círculo de Leitores, 1990.





Periódicos





Revista Rádio & Televisão: 1958-1968.






ABREU, Filomena – Os engenheiros e a radiofonia: dos anos trinta ao limiar da RTP in Revista História, Março 1997.






ABREU, Filomena – As rádios portuguesas e a causa franquista. A guerra do éter in Revista História, Maio 1996.






ABREU, Filomena – No 60º aniversário da Emissora Nacional. A rádio portuguesa e a guerra civil de Espanha in Revista História, Maio Agosto/Setembro, 1995.






ALEGRE, Manuel – A Argélia que eu conheci in Revista Expresso, 17 Janeiro 1998.






ANO DE 68 – Ano de 68 in Revista Expresso, 29 Maio 1993, pág.23-63.






BARROS, Júlia Leitão – Salazar sem fios in Público Magazine, 11 Dezembro 1994.






CABRITA, Felícia – O 1º dia do fim do império in Revista Expresso, 14 Março 1998, pág.30-48.






CÁDIMA, Francisco Rui – A televisão e a ditadura (1957-1974) in Revista História, Março 1997.






CASTANHEIRA, José Pedro – Voltaria a ser da PIDE in Revista Expresso, 21 Fevereiro 1998, pág.50-64.






CASTANHEIRA, José Pedro – Como matámos Humberto Delgado in Revista Expresso, 14 Fevereiro 1998, pág.38-53.






COREEIA, Ana Paula – Ala liberal. O último almoço com Marcelo in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág.38-47.






CRESSARD, Armelle – De la technique à l´ art radiophonique in Le Monde, 15 Maio 1995, pág.3.






GOMES, Adelino – Consciências acordadas pela guerra in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág.22-37.






MASSADA, Jorge – Retrato do poder enquanto jovem in Revista Expresso, 12 Julho 1997.






MASSADA; Jorge – Uma equipa de classe in Revista Expresso, 21 Março 1998, pág.30-42.






MAUPERRIN, Maria José – Aqui Lisboa, Emissora Nacional in Revista Expresso, 5 Agosto 1995.






NUNES, António – O regime salazarista nos anos sessenta visto pelo jornal Le Monde in Revista de História das Ideias, nº17, Instituto de História e Teoria das Ideias, Faculdade de Letras de Coimbra, 1995.






OLIVEIRA, Daniel – Primavera de Praga. Só se perde uma vez in Revista Vida Mundial, Fevereiro 1998, pág. 64-76.






O DRAMA DO SANTA MARIA – O drama do Santa Maria in Revista O Século Ilustrado, 11 Fevereiro 1961.






PINTO, José Silva – Ano de 68 in Revista Expresso, 29 Maio 1993, pág.23-63.






RÁDIO: AS MUDANÇAS NO ESPECTRO - Rádio: as mudanças no espectro in Revista Comunicações, nº9, Nov./Dez. 1986.






Torre do Tombo






QUEIROZ, António Eça:


AOS/CP – 231 28.08.1935 – 04.01.1964


AOS/CP – 232 26.01.1964 – 05.11.1965






FERREIRA, Jaime:


AOS/CP – 110 p.3 3.8/3 Fl 267-280






ALLEGRO, Sollari: AOS/CP – 4






EN: AOS/CP/PC – 26






Arquivo histórico da RDP




Diário do Governo:


I Série, nº296. 30 Dezembro 1957


I Série, nº75. 30 Março 1966


I Série, nº296. 15 Novembro 1968


I Série, nº227. 27 Setembro 1969






AHD 14 340 – Gravação do arquivo do RCP


AHD 13539 – Programa “A minha amiga rádio”


Faixa 1: Programa 63.00 de 19/06/1995


AHD 13539 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Programa “O mundo em parada 1961” 36.00 de 31/12/1961


Faixa 4: Declarações de Sarmento Rodrigues no aeroporto de Lisboa à chegada de uma visita a Goa; 1.11 de 27/01/1960


Faixa 5: Declarações de David Moss (prés.OIT) à chegada a Lisboa; 1.42 de 01/01/1961


Faixa 6: Programa Talismã; 3.47 de 01/01/1961


Faixa 7: Declarações sobre o relatório do tenente-coronel Solano de Almeida; 6.34 de 23/12/1961


AHD 13706 – Reunião da Comissão Executiva da União Nacional; discursos


Faixa1: discursos de Costa Leite Lumbrales e de oliveira Salazar 54.00 de 30/06/1958


AHD 14341 – Gravação do arquivo do Rádio Clube Português


Faixa 1: Crónica de Angola, 17.35 de 21/04/1961


Faixa 2: Crónica de Angola, 24.45 de 26/04/1961


Faixa 3: Crónica de Angola, 24.45 de 26/04/1961


Faixa 4: Crónica de Angola, 7.15 de 27/04/1961


AHD 1922 – Desvio do Santa Maria (reportagem) e doença de Salazar


Faixa 4: Chegada a Alcântara, 7.45 de 16/02/1961


Faixa 6: Exoneração de Salazar, 4.25 de 19/09/1968


Faixa 9: Relatório médico, 4.45 de 16/09/1968


Faixa 10: Relatório médico, 7.25 de 01/09/1968


AHD 2394 – Programa RDP Sessenta anos de rádio em Portugal, 96.00 de 01/01/1985. Contexto histórico da evolução da radiodifusão sonora em Portugal ao longo de 98 faixas


AHD 10584 – Biografia de Humberto Delgado 29.50 de 01/11/1976


Faixa1: Extracto3: Depoimento de José do Nascimento;


Faixa 1: extracto 4: Telefonema do censor para o RCP;


Faixa3: Mensagem aos portugueses; 0.18 de 01/01/1958


AHD 13543 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Sessão de propaganda da União Nacional no Porto no âmbito da Campanha eleitoral de 1959; 62.00 de 01/01/1959


AHD 14340 – Gravação do arquivo do RCP


Faixa1: Sete crónicas de Angola de 57.15 de 05/04/1961 a 03/05/1961






Entrevistas orais:
BRANCO, António Jorge – Lisboa, 14/07/1997


CANEDO, João – Lisboa, 17/07/1997


COUTO, Júlio – Porto, 21/07/1997


CRUZ, Carlos – Lisboa, 23/07/1997


LUCAS, Carlos Brandão, 15/08/1997





Rádio:

ROSAS, Fernando – Era uma vez um milénio. Antena 2. 1997/1998.


COELHO, Alexandra Lucas – Entrevista a Jorge Gil no programa da Manhã, Antena 1. 01/04/1997.






Vídeo:
BBC – O século do povo, Ediclube, 1997.


COMSOM – Angola. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Moçambique. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Guiné. Guerra Colonial, Diário de Notícias, 1998.


COMSOM – Madina do Boé. A retirada, Diário de Notícias, 21/03/1998.


COMSOM – De Guilege a Guadamael. O corredor da morte, Diário de Notícias, 28/03/1998.






Televisão:
LOPES, Fátima – As caras da rádio. SIC, 30/03/1998.


RICO, Carlos – A semana que abalou o regime. SIC, 30/03/1998 – 03/04/1998.

domingo, 23 de setembro de 2012

Rádio Clube de Moçambique IV


Revista "Rádio Moçambique", nº 332, Março de 1964, pág.10


Nesta quarta parte falamos da rádio como instrumento de propaganda.


Texto Dina Cristo


A rádio é considerada um meio ubíquo, indiscriminado, capaz de ultrapassar as fronteiras, barreiras ou distâncias e nem mesmo o muro de Berlim é capaz de a deter: «Ligeira como o vento, ágil como o pensamento, vence as distâncias, abre os ferrolhos mais possantes, transpõe os muros mais impenetráveis, instala-se nos lares e nos corações como uma presença benigna, fiel e amiga. (….) A Rádio vai a toda a parte; visita todos os lares e tanto se faz ouvir na humilde palhota escondida na selva, como no luxuoso palacete dos bairros elegantes».



Sobretudo em África, é sentido a sua função afectiva, como um meio que proporciona companhia e amizade: «Aqueles que vivem nas lonjuras da terra africana são os que melhor compreendem e estimam o receptor radiofónico, fabulosa criação do espírito humano que se transporta de um lado para outro, na camioneta, na mão, a tiracolo. À noite, quando o silêncio torna as trevas ainda mais densas e aviva a saudade, é ao aparelho de rádio que se recorre, na certeza de que nele encontramos um amigo sempre pronto a consolar-nos. É então ao Rádio Clube de Moçambique que, normalmente se recorre para preencher essas horas nostálgicas. A um simples toque dos nossos dedos, que actuam como varinhas de condão, a caixa electrónica anima-se, vibra, ganha alma e comunica connosco para vencer a desoladora solidão e dominar a melancolia».



A sua capacidade de estreitamento de laços, de aproximação e de interligação entre pessoas, faz-se sentir em Ultramar, fortalecendo a unidade nacional para além da dispersão territorial, sobretudo num momento de guerra fria através das ondas sonoras: «(…) É sempre consolador ouvir a voz de Portugal aos portugueses espalhados pelo mundo, mas agora, é necessário também que essa voz seja eco que nunca se apague nos corações das gentes e ao mesmo tempo tenha neles ressonâncias que não diminuam em comparação com outros ecos que também lhe chegam».



A rádio desenvolve-se enquanto meio de formar a vontade, de orientar o espírito, de conduzir e controlar a opinião pública, de convencer alguém a acreditar em algo ou a agir de determinado modo a que se chamará educação, nos casos positivos, ou propaganda, nos casos negativos, segundo Eduardo Rebelo, autor da crítica radiofónica na revista “Rádio Moçambique”. A força da rádio, o seu poder é reconhecido: «A Rádio (…) influencia, sugestiona e, desta forma, conduz (…)».



Enquanto meio acessível, imediato, úbíquo e intencional, é explorada em prol da colonização portuguesa e o RCM ao serviço do interesse nacional, moral e material: «(…) colocando-se num dos postos da vanguarda da radiodifusão em África, o Rádio Clube teve mais o mérito de servir triunfantemente a propaganda portuguesa moçambicana nos territórios do continente ao sul da linha equatorial. E como já uma vez aqui dissemos, desta obra que parece entrar por um ouvido e sair pelo outro, alguma coisa ficou: “Um eco dos apelos nos corações, um conhecimento que se aprendeu, um gosto que se ilustrou, um prazer de espírito que se firmou, um reavivar da consciência de português”. Uma contribuição positiva para a grande obra de portuguesismo e de universalidade que nesta Província nos compete realizar: a da civilização de Moçambique».



A rádio assume-se como um dos meios mais eficazes de divulgação rápida, de propagação directa das mensagens governativas. Os discursos oficiais, nomeadamente aquando de visitas ou eleições, são oportunamente difundidos através da informação que se incrementa.



Se em 1958 já há consciência da especificidade da natureza do meio com a sua linguagem peculiar - simples, natural e compreensível – nos inícios dos anos 60, a rádio inova em termos informativos, aproximando-se da vida de todos os dias: ela deixa de «(…) se confinar aos estúdios para ir às casas em que se vive e aos lugares em que se trabalha – residências, escritórios, fábricas, oficinas, etc. – e descer à rua e em todos os lugares, estuante de energia vital, acompanhar a vida, transmitindo as suas manifestações».



Sobretudo no período marcelista, a função informativa e a palavra adquirem proeminência em detrimento da função recreativa e da música (apesar desta agradar mais aos adolescentes, em Lisboa). A primazia da voz dá lugar ao que é dito e ao modo como é feito: os ouvintes «(…) preferem que lhes digam coisas que tenham interesse mesmo numa voz descolorida, a banalidades numa voz maravilhosa».



A rádio ganha vitalidade, apura o seu valor social, desempenha o seu papel no campo cívico, concentra-se no interesse colectivo e torna-se uma “porta-voz” da sociedade, assumindo a responsabilidade moral e o primado da consciência, dos valores, da opinião e da cultura: «A rádio é um instrumento poderoso na educação e formação da vontade».



Assim, ela vai para a rua, testemunha e documenta as manifestações de vida, fora dos estúdios, seja nos confins da terra, no mar ou no ar, como a transmissão da “Hora das Vedetas” feita a bordo dum Boeing 737 . «Ao longo do ano, funcionários dos Serviços Redactoriais e do quadro de locutores efectuaram mais de 3500 apontamentos de reportagem, entrevistas, etc., em serviço fora da sede».



No início dos anos 70, entre os vários factores que concorrem para que a informação radiofónica se expanda está a colaboração dos Emissores Regionais, com o envio de notícias, crónicas e reportagens. Em 1971, quando existem nove noticiários diários, a pedido da EN, é criado um serviço noticioso diário para a Metrópole. Em 1972 realizam-se três grandes reportagens fora de Moçambique: a visita do Presidente do Conselho e do Presidente da República de Portugal ao Brasil e os Jogos Olímpicos de Munique; em Moçambique, predomina a cobertura das várias visitas oficiais, como as do Governador-Geral, Pimentel dos Santos, aos distritos.



A “Voz de Moçambique” também transmite informação oficial, nomeadamente das visitas, como a do Presidente da República em Julho de 1964, objecto de 31 reportagens (19 directas – as relativas às sessões solenes - e 12 gravadas) , e «(..) está em todas as casas. Ensina e orienta em massa, todos os dias, em toda a parte, saltando fronteiras, fazendo progredir, interessando, ensinando, fazendo-se amar, conquistando corações, como é próprio deste povo amorável e compreensivo que é o povo Português. E, enquanto os ouvintes da V.M. tiverem oportunidade de escutar esta Voz, não escutarão outras… E isto porque é o Amor e não o ódio que permanece e aquece imperecivelmente o coração dos homens».



Em relação à política do espírito, que ao longo dos anos estudados se vai intensificando, alia a informação à educação. A difusão das ideias, cuja necessidade vai crescendo à medida que os ataques e contestações à política portuguesa vão aumentando, era levada a cabo por programas como a rádio-escolar, inaugurada na Metrópole a 25 de Novembro de 1960 e em Moçambique em Fevereiro de 1972, um programa para professores e para alunos, produzido pela Secretaria Provincial de Educação, mais concretamente pelo Centro de Produção Radiofónica.



A cultura e a instrução, mas também a recreação, a diversão e a distração são estratégicos na política propagandística de que o programa dirigido às Forças Armadas é exemplar. No final de 1968, mais de 60 elementos do RCM partem em direcção à Beira e a Nampula, para realizar sete espectáculos para os soldados, militares doentes e a população. A caravana conta com a Orquestra Típica de Música Portuguesa, o coro feminino e os cantores Natércia Barreto e Carlos Guilherme, entre outros - uma embaixada chefiada por Eduardo Parreira, que levou confiança e conforto moral «(…) junto daqueles homens sobre quem pesa a responsabilidade de defender a terra portuguesa ameaçada pelo bandoleirismo partido do exterior e que, heroicamente, asseguram a continuidade de Portugal na rota de Nação livre e independente».



Num contexto internacional de luta através das ondas radiofónicas entre o Ocidente e o Oriente, com uma rede radiofónica de centenas de emissores , depois da vaga de independências, designadamente a do Congo, em 1960, e da guerra nos territórios ultramarinos, desde o estalar do conflito, em Angola, em 1961, a rádio é, cada vez mais, usada como um verdadeiro soldado, em que a arma é o microfone e as balas as palavras.



A rádio transforma-se num elemento bélico, de defesa contra os ataques da propaganda comunista, como uma arma poderosa, sobretudo de propaganda, mais efectiva, por um lado, e menos perigosa, por outro. A radiodifusão torna-se, assim, um verdadeiro instrumento de contra-ataque , daí, também, o surgimento das emissões nocturnas e ininterruptas como medida de proteção contra investidas exteriores.



A necessidade de reforçar a disseminação da causa nacional cresce, ao mesmo tempo que a ideia de missão e de serviço do RCM, enquanto voz de Portugal em África, se enfatiza. Em 1970, quando o «programa de mentalização» “Hora da Verdade” é distribuído por todos os dialectos, cobrindo toda a província e se recebem lições de português em língua nativa, «(…) zonas imensas do Norte moçambicano estão inteiramente abrangidas nas áreas de influência de emissoras estrangeiras – nomeadamente as de Dar-es-Salam, Pequim, Moscovo e Cairo. Lourenço Marques não se consegue fazer ouvir (…)» , daí a urgência de se criarem postos regionais, estando nesta altura a ser montados mais sete, além dos quatro existentes.



A irradiação da mensagem nacionalista tem a atenção, ajuda e intercâmbio da EN. A Emissora oficial em Lisboa é a fonte de programas que são retransmitidos - nomeadamente os relatos de futebol -, propositados - como o “Jornal da Metrópole”, produzido pelos Serviços Ultramarinos - e para a qual são enviados programas como o “Minuto da Amizade” ou “Presença de Moçambique”, “um documentário radiofónico”, transmitido desde Maio de 1963.



Já em 1958, aquando da comemoração das bodas de prata, o delegado do RCM em Lisboa, agradece as relações amistosas e a solidariedade entre a Emissora Nacional e o Rádio Clube de Moçambique, que vêm, pelo menos, desde 1942: «Nunca será demais lembrar a obsequiosa, correcta e eficiente colaboração dos Serviços Técnicos desta emissora à sua congénere de Moçambique; nunca serão esquecidos, de igual modo, o empenho, o sentido da oportunidade e a diligência indesmentida com que os Serviços de Intercâmbio permitem manter o elevado nível artístico e cultural da programação do Rádio Clube de Moçambique; nunca nós teremos a expressão exacta para exaltar e agradecer a compreensão e o carinho com que todos os departamentos da Emissora Nacional acolhem e satisfazem os desejos da estação moçambicana para bem desempenhar a missão que lhe compete do vasto plano dos interesses do País».



Entre os principais argumentos usados durante a propagação dos valores nacionais enquanto nação multirracial, pluricultural e transcontinental, estão a harmonização, a amizade, o entendimento, a compreensão, o progresso e a pacificação: «A paz reina entre as populações autóctones e a civilização progride, onde não há muito lutas entre as tribos causavam o desassossego, mortes, violências e latrocínios».



Portugal presta não só protecção, entendimento, liberdade e humanidade, como refere Adriano Vidal, numa das suas “Notas do dia” do “Jornal da Noite”, como também o bem-estar às populações, a fraternidade racial, a sociedade multirracial (contra o terrorismo alimentado pelo comunismo) ou a transcontinentalidade: «Portugal é sempre Portugal. Não importa que o banhe o Atlântico, o Índico ou o Pacífico. Não importa que esteja situado nos Trópicos ou no Equador» . Neste contexto, a deserção é apontada como uma monstruosa traição, uma «(…) podridão moral e cívica».

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