quarta-feira, 3 de abril de 2013

Medicina lenta

 

Antes do Dia Mundial da Saúde, seguimos Omraam Aivanhov, que defende a cura de forma orgânica. Um modo mais demorado, seguro e eficaz a longo prazo, de preservar e fortalecer o estado de um ser (humano), garante.
Texto Dina Cristo
É a vida que anima e alimenta o organismo. Ela é essencial. Para que se possa preservá-la há que a conservar na pureza, o que, para o autor, significa consagrá-la a um fim sublime, que transcenda o próprio indivíduo, como a família, a sociedade, a humanidade ou o universo. Uma atitude que equivale a colocar tal capital vital numa espécie de banco superior, que lhe permitirá retirar dividendos, enriquecendo-se, já que novos elementos vêm substituir os que se perdem, e obter, seguramente, juros e recompensas, como o amor, o equilíbrio, a estima, a paz ou o respeito.
A vida, que para Omraam Mikhael Aivanhov, emana e insufla alegria, beleza, conhecimento, glória, poder e riqueza, pode e deve ser, assim, canalizada, dirigida, distribuída e orientada para o Alto, sem a desperdiçar. Para realizar tal trabalho altruísta, melhorando essa quinta-essência que vem das regiões sublimes e ser um canal de vida abundante o primeiro passo é levar uma existência equilibrada, moderada, ordenada, prudente, sensata e de respeito pelas leis universais, um modo de vida (mais) lento, um estado e atitude interior de consciência.
Omraam Aivanhov destaca a importância de se restabelecer a harmonia primordial, em si próprio e à sua volta: a melhor terapia é pensar, sentir e agir em harmonia com as forças luminosas, entrar em comunicação e sintonizar-se com elas, estar em consonância com a vida, sincronizar-se com o cosmos, vibrar em uníssono com a criação. Tal estado de equilíbrio será propagado às células, pelo que a filosofia e modo de vida é o primeiro passo para uma existência sã, ensina o autor.
Alimento geral
Dormir e comer o suficiente são preliminares indispensáveis à boa saúde, preconizados por uma medicina lenta, para a qual uma nutrição demorada é essencial à boa assimilação da energia dos alimentos. Omraam recomenda que não se sacie completamente e se mastigue durante vários minutos os alimentos na boca para que o seu lado mais vivo e subtil possa ser melhor aproveitado sem que haja demasiado gasto de energia ou criação de resíduos.
Também os exercícios respiratórios, ao regular e ritmar a inspiração, retenção e expiração (respectivamente de quatro, dezasseis e oito tempos) de preferência em jejum, devem ser profundos para ajudar a substituir o ar viciado por ar puro e, assim, renovar as energias. Para Omraam, “Respirar profundamente é um poderoso remédio preventivo e curativo”[1]. A circulação do ar purificado ao longo dos nervos (que alimentam os órgãos e passam pela coluna vertebral, que se deve manter ereta) melhora o auto-domínio, a circulação, a vitalidade, ilumina o intelecto (pensamentos tornam-se mais claros), aquece o coração (sentimentos ficam mais calmos) e fortalece a vontade.
A necessidade de alimento e de trocas, a base da vida, é sentida não apenas a nível físico, com a terra, e mental, com o ar, mas também na região emocional, com a água, e anímica, com a luz, cuja inspiração, ao nascer do sol, e projecção para o mundo era, bem como o meio para se libertar das forças saturadas e distribuir as energias renovadas - o relaxamento - recomendada. Omraam aconselha também a, pelo menos, durante um minuto, várias vezes por dia, parar, fechar as “torneiras” de água (emocional) e do gás (mental), para que a energia não se esgote, e descansar, descontrair, de forma elevada e atenta.
Após a renovação da energia e o restabelecimento da força será possível, então, dedicar-se ao trabalho, com amor e contentamento - duas condições fundamentais à manutenção e melhoramento do estado de saúde. Só a seguir vem a indicação de métodos (mais) naturais, como a aromoterapia, fitoterapia, magnetismo, quiroprática, talassoterapia ou terapia do sol que, como o jejum (cuja época mais propícia é a Quaresma), ajudam o organismo, ao despertar poderes adormecidos, a defender-se, a neutralizar, a resistir aos agentes da doença e a reforçar-se naturalmente sem as “muitas anomalias [que] têm a sua origem no abuso dos produtos farmacêuticos”[2].

[1] AIVANHOV, Omraam – Harmonia e saúde, Edições Prosveta, Colecção Izvor, nº225, pág.128. [2] Idem, pág.78.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Hipersensibilidade


Há vinte anos, Elaine Aron promoveu a primeira reunião de Pessoas Altamente Sensíveis (PAS). Foi na Universidade da Califórnia. Há dez escreveu o livro que hoje, Dia Mundial da Saúde Mental, relemos.

Texto Dina Cristo

Longe do distanciamento entre cientista e objecto, assumindo a sua qualidade de PAS, a autora, que ao longo da obra refere vários exemplos (pessoais), explica como estas pessoas, que constituem um quarto da população, têm sido ignoradas e desvalorizadas por uma cultura pouco sensível, focada no físico, e onde altos níveis de stress são considerados normais. Minoritárias, as PAS, por natureza pacíficas, receptivas e meigas, não têm sido (re)conhecidas nem têm visto as suas necessidades profundas satisfeitas, enquanto o dever de estar numa sociedade repleta de estímulos lhes traz dificuldades acrescidas e vários problemas de saúde.

Setenta por cento das PAS são introvertidas, elas possuem um sistema de activação fraco, ao contrário das extrovertidas cujo mesmo sistema, de rei guerreiro, é forte. A curiosidade destas é, contudo, refreada por um sistema de pausa para verificação (conselheiro) maior do que o das primeiras. Em qualquer dos casos, e independentemente das diferenças de sensibilidade, de um estilo de vida mais simples ou mais activo, a maior realização de qualquer PAS é na vida íntima, nos relacionamentos pessoais, em detrimento da vida social que, pela hiperestimulação que proporciona, lhes causa desconforto.

As PAS têm menor tolerância aos estímulos (são mais susceptíveis, por exemplo, à fome, ao frio, ao ruído, aos odores, ao electromagmetismo), em relação aos quais têm maior dificuldade em administrar, e maior abertura aos significados subtis, cuja necessidade de processar reflectida e profundamente lhes é essencial. Uma PAS pensa muito antes de agir, analisa abundantemente (inclusive o próprio pensamento) e, em geral, nas soluções para os problemas e no sentido da vida. A sua força, poder e coragem está em conseguir lidar com o mal e o sofrimento, encontrando e partilhando o seu sentido, através do luto e da cura - um trabalho interior que lhes é adequado.

As pessoas super sensíveis são especialmente talentosas a nível intelectual. Têm uma inteligência privilegiada e são especialmente dotadas. A sua adrenalina é de carácter mental. Apreciam a reflexão profunda dos significados mais ténues, que assimilam bem, o que faz delas boas conselheiras, intelectuais, teólogas, psicoterapeutas, consultoras ou juízes. Interessam-se particularmente por ideias, conceitos e possibilidades e decidem mais com base em pensamentos e sentimentos do que em factos. A sua vida é mais anímica e psicológica do que física ou prática. Correspondem, numerologicamente, ao sete.

Embora não tenham desenvolvido particularmente os sentidos físicos (muitas usam óculos), possuem uma forte visão interior, p(r)o(f)ética, capacidade de antevisão, de farejar o futuro, próprio dos verdadeiros artistas, e intuição incomum, capaz de revelar factos ocultos, em contacto íntimo com o inconsciente, nomeadamente através dos sonhos, da imaginação, da sua rica vida interior e da experiência espiritual. São especialmente receptivas à sincronicidade, à proximidade não física e à influência à distância. Constituem a classe “clerical” que respeita o silêncio (condição para a qualidade dos pensamentos) e age de forma escrupulosa e dedicada, fomentando um espaço ritual e sacralizado.

As pessoas de sensibilidade extrema possuem uma espécie de “antenas” sensíveis que lhes faz ficarem mais alertas aos perigos, daí a sua habitual inibição comportamental. São, assim, mais atentas, conscientes e cautelosas, embora a sua hiperexcitação se possa manifestar como arrependimento em relação ao passado e preocupação em relação ao futuro. O terceiro olho, interno e invisível, nelas menos adormecido que no geral da população, é o seu “radar” cujas ondas as previnem os obstáculos, acidentes ou entidades malfazejas, recorda Omraam Aivanhov.

Segundo este autor, a sensibilidade é um grau superior que põe o Ser Humano em contacto com as regiões celestes, numa abertura (total) à sua luz e beleza e o fecho a todas as coisas absurdas e feias do mundo humano (1). É, explica, diferente da susceptibilidade, a pieguice de uma personalidade egoísta, afectada, como diria Immanuel Kant. Elaine Aron também distingue sensibilidade da ansiedade e da timidez, quando a pessoa teme que os outros não gostem dela ou não a aprovem.

Em contacto com a sociedade, altamente estimulante, as PAS, que têm o hemisfério direito do cérebro mais activado, tendem a reagir fortemente, o que lhes aumenta o stress, a agitação e o cansaço. Em hiperestimulação, com a redução da quantidade de neurotransmissores, nomeadamente a serotonina, podem facilmente cair no contrário, a depressão e, partir de um nível intolerável de exaltação, ficarem mesmo insensíveis. Ao serem mais afectadas por todas as coisas (como no caso do ambiente médico, aos sintomas, aos medicamentos e à sua própria dor e à dor outros), as pessoas com sensibilidade extrema necessitam de um tratamento especial.

Ao constituir um grupo minoritário que não é conhecido, protegido e valorizado pela cultura dominante – as pessoas sensíveis são habitualmente retratadas pelos “media” como vítimas – sofrem muitas vezes, apesar da sua natureza, tendencialmente mais criativa e humana, falta de auto-estima, de auto-confiança, de segurança (emocional) e uma falsa sensação de inferioridade. Como não receberam suficiente apoio desde crianças, habitualmente esquecem as suas próprias carências, e ultrapassam-se para agradar aos outros. Uma das suas maiores necessidades, a protecção, torna-se, assim, uma das suas maiores dificuldades.

No caso da sua usual abertura mental e psicológica (o princípio receptivo) esta deve ser, pois, mais equilibrada com o desenvolvimento da sua vontade (o princípio emissivo), focando-se no que é mais correcto e adequado para si, ou, nas palavras de Omraam Aivanhov, discernindo e distinguindo as influências benéficas, que devem ser preservadas, das maléficas, que devem ser repelidas, ou nas da autora, estabelecer fronteiras flexíveis. Numerologicamente falando, corresponde àao número 2 (2, 11, 20, 22), com “nervosismo interior”, “tensão nervosa”, “sensibilidade refinada e profunda”, que deve aprender a dizer “não” ao que lhes é demasiado perturbador.

No caso da reserva em termos sociais, para melhor protegerem a sua vida interior e se resguardarem, devem estar no mundo, o que para as PAS, maioritariamente introvertidas, discretas e que passam despercebidas, é um dos aspectos mais difíceis e desafiantes. O reconhecimento do seu lado sombra - de poder, força, dureza e raiva – se não houver demasiada pressão e for aceite, pode torna-las mais flexíveis, adaptadas e integra(da)s, com benefícios mútuos: «Para as PAS, a mais dura de todas as tarefas não é de forma alguma renunciar ao mundo, mais sair para o mundo e mergulhar nele»(2).

Com ligações, na infância, inseguras, desenvolvem mais tarde relacionamentos esquivos ou ansiosos. Mais excitáveis são mais inclinadas a apaixonar-se mais e mais intensamente, muitas vezes por uma pessoa de nível inferior e com a qual não combinam. Uma intensidade que aumenta também com o sofrimento inerente à falta de correspondência. Tendem a estabelecer relações profundas, monogâmicas ou optar pelo celibato. A sua necessidade é de expansão interior. Privilegiam a qualidade e aprofundamento em detrimento dos grandes círculos de amigos, estranhos, grupos ou ambientes festivos onde é difícil, como gostam, de conversar seriamente, sobre filosofia, sentimentos ou conflitos interiores. Boas ouvintes, o seu sucesso social é na intimidade.

As pessoas híper sensíveis tendem a ser caladas e discretas, criteriosas e perfeccionistas, suaves e meigas, discretas e reservadas, idealistas e pouco práticas (nomeadamente ao nível dos negócios), íntegras e interiormente corajosas. Estes homens e mulheres são uma mais-valia para uma sociedade extrovertida: «Sem PAS em posições-chave da sociedade ou da organização, as pessoas de perfil guerreiro tendem a tomar decisões impulsivas carentes de intuição, usam abusivamente o poder e a força e deixam de considerar os aspectos históricos e as tendências futuras»(3).

A autora relembra, mais à frente, o valor destas pessoas, cuidadosas, sábias, com apurado sexto sentido e abertas à experiência subtil, que a cultura ocidental actual, preconceituosamente, rotula negativamente: «Mas a História precisa de nós. O desequilíbrio entre os segmentos dos conselheiros reais e dos reis guerreiros sempre foi perigoso, mas o perigo é maior quando a ciência nega a intuição e as “grandes questões” são respondidas sem reflexão, de acordo apenas com o que é conveniente no momento»(4).

Para que as pessoas que se excitam mais intensa e prolongadamente possam sentir-se confortáveis e cumprir o seu papel no mundo exterior, a autora apresenta diversos conselhos, dos quais destacamos: valorizar a introversão e trabalhar a hiperexcitação; não se comparar, esconder ou sobrecarregar; ouvir música e dançar, alimentar saudavelmente; descansar e repousar, ler e cozinhar, fazer yoga ou meditar; em casos mais críticos tentar sair da situação, movimentar-se, caminhar ao ar livre, respirar e beber água.

As pessoas superexcitáveis têm mais necessidade do que as restantes de ter calma e tempo, descanso e sono, protecção e segurança, reflexão e espaço a sós, (para digerir os acontecimentos) o que, numa cultural embrutecida, é considerado sinal de doença mental. Elaine Aron lembra o conceito de individuação de Carl Jung, também ele uma PAS - o conhecimento das diversas vozes interiores, incluindo as desprezadas ou rejeitadas (o que pode conduzir à hesitação mas também a tornam mais forte, íntegra e plena) através das quais encontra o próprio sentido da vida e vocação, a pergunta peculiar que vieram responder à Terra, a sua própria especialidade, o que é bom para si em particular.

As PAS, superdotadas, com destacada capacidade de concentração, compreensão, previsão ou memória (semântica), têm sido marginalizadas por uma cultura que valoriza o físico. Em vez de recorrer a drogas, receitadas por profissionais pouco sensíveis, que as tornam egocêntricas, submissas, insensíveis, definidas e “normais”, a autora defende a psicoterapia (junguiana), que para as pessoas que assimilam «(…)muito bem as pistas sutis, as nuances, os paradoxos e as ambivalências e os processos inconscientes»(5) pode constituir uma espécie de parque de diversões, devolvendo o auto-conhecimento, o respeito e a cura. E esclarece Elaine Aron: «Nós não nascemos realmente com a tendência a “híper-reagir” ao estresse”. Nascemos sensíveis»(6).

(1) AIVANHOV, Omraam – Pensamentos quotidianos, Publicações Maytreia, 10/11/2010. (2) ARON, Elaine N. – Use a sensibilidade a seu favor – Pessoas Altamente Sensíveis. Editora Gente. 2002, pág. 258. (3) Idem, pág. 150. (4) Idem, pág. 258. (5) Idem, pág. 192. (6) Idem, pág.241.

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domingo, 11 de setembro de 2011

Nutrientes


Desfolhamos o nosso quinto Outono, com um questionário para apurar quais as necessidades adicionais individuais de nutrientes. O cálculo é feito com base nos sintomas associados e na análise do estilo de vida, tal como definido por Patrick Holford no seu livro "A bíblia da alimentação”*.


Fotografia Dina Cristo


1- Questionário da alimentação ideal:

Para cada sintoma que sente com frequência conte um ponto. Se sentir qualquer dos sintomas a negrito conte dois pontos. Se pontuar cinco ou mais é provável que não esteja a ingerir uma quantidade suficiente desse nutriente.
 
Perfil vitamínico:

VITAMINA A:

-- Úlceras na boca

-- Visão nocturna deficiente

-- Acne

-- Constipações ou infecções frequentes

-- Pele seca e escamosa

-- Caspa

-- Aftas ou cistite

-- Diarreia

Pontuação: –--



VITAMINA D:

-- Artrite ou osteoporose

-- Dores lombares

-- Perda de dentes

-- Queda de cabelo

-- Espasmos musculares

-- Dores nas articulações ou rigidez

-- Ossos fracos

Pontuação: ---



VITAMINA E:

-- Falta de apetite sexual

-- Cansaço após exercício leve

-- Equimoses fáceis

-- Cicatrização lenta

-- Varizes

-- Pouca elasticidade da pele

-- Perda de tónus muscular

-- Infertilidade

Pontuação: ---



VITAMINA C:

-- Constipações frequentes

-- Falta de energia

-- Infecções frequentes

-- Gengivas em sangue ou sensíveis

-- Equimoses fáceis

-- Hemorragias nasais

-- Cicatrização lenta

-- Manchas vermelhas na pele

Pontuação: ---



VITAMINA B1:

-- Músculos sensíveis

-- Dores nos olhos

-- Irritabilidade

-- Dificuldades de concentração

-- Formigueiro nas pernas

-- Falta de memória

-- Dores de estômago

-- Obstipação

-- Formigueiro nas mãos

-- Batimentos cardíacos rápidos

Pontuação: ---



VITAMINA B2:

-- Olhos injectados, com ardor ou a sensação de grão de areia

-- Sensibilidade a luzes intensas

-- Ulcerações na língua

-- Cataratas

-- Cabelo sem brilho ou oleoso

- Eczema ou dermatite

-- Unhas quebradiças

-- Lábios gretados

Pontuação: ---



Vitamina B3 (Niacina):

-- Falta de energia

-- Diarreia

-- Insónia

-- Dores de cabeça ou enxaquecas

-- Falta de memória

-- Ansiedade ou tensão

-- Depressão

-- Irritabilidade

-- Gengivas em sangue ou sensíveis

-- Acne

Pontuação: ---



VITAMINA B5:

-- Cãimbras, tremores ou espasmos musculares

-- Apatia

-- Dificuldades de concentração

-- Ardor nos pés ou tornozelos sensíveis

-- Náusea ou vómitos

-- Falta de energia

-- Cansaço após exercício leve

-- Ansiedade ou tensão

-- Ranger dos dentes

Pontuação: ---



VITAMINA B6:

-- Dificuldade em recordar os sonhos

-- Retenção de líquidos

-- Formigueiro nas mãos

-- Depressão ou nervosismo

-- Irritabilidade

-- Cãibras, tremores ou espasmos musculares

-- Falta de energia

Pontuação: ---



VITAMINA B12:

-- Cabelo em mau estado

-- Eczema ou dermatite

-- Boca hipersensível ao calor ou ao frio

-- Irritabilidade

-- Ansiedade ou tensão

-- Falta de energia

-- Obstipação

-- Músculos sensíveis ou doridos

-- Palidez

Pontuação: --



ÁICOD FÓLICO:

--Eczema

-- Lábios gretados

-- Embranquecimento prematuro dos cabelos

-- Ansiedade ou tensão

-- Falta de energia

-- Depressão

-- Falta de apetite

-- Dores de estômago

Pontuação: ---



BIOTINA:

-- Dermatite ou pele seca

-- Cabelo em mau estado

-- Embranquecimento prematuro dos cabelos

--Músculos sensíveis ou doridos

-- Falta de apetite ou náusea

Pontuação: ---


Perfil mineral:


CÁLCIO:

-- Cãibras, tremores ou espasmos musculares

-- Insónia ou nervosismo

-- Dores nas articulações ou artrite

-- Cáries

-- Tensão arterial elevada

Pontuação: ---



FERRO:

-- Palidez

-- Ulceração na língua

-- Fadiga ou moleza

-- Perda de apetite ou náusea

-- Períodos menstruais longos ou perdas de sangue

Pontuação: ---



MAGNÈSIO:

-- Cãibras, tremores ou espasmos musculares

-- Fraqueza muscular

-- Insónia, nervosismo ou hiperactividade

-- Tensão arterial elevada

-- Batimentos cardíacos irregulares ou rápidos

-- Obstipação

-- Crises ou convulsões

-- Sensibilidade no peito ou retenção de líquidos

-- Depressão ou confusão

Pontuação: ---



ZINCO:

-- Diminuição do paladar ou do olfacto

-- Manchas brancas em mais do que duas unhas

-- Infecções frequentes

-- Estrias

-- Acne ou pele oleosa

Pontuação: ---



MANGANÉSIO:

-- Contracções musculares

-- «Dores de crescimento» da infância

-- Tonturas ou fraco sentido de equilíbrio

-- Crises ou convulsões

-- Joelhos doridos

Pontuação: ---



SELÉNIO:

-- História familiar de cancro

-- Sinais de envelhecimento prematuro

-- Cataratas

-- Tensão arterial elevada

Pontuação: ---



CRÓMIO:

-- Suores excessivos ou frios

-- Tontura ou irritabilidade ao cabo de seis horas sem comida

-- Necessidade de refeições frequentes

-- Mãos frias

-- Necessidade de dormir de mais ou sonolência durante o dia

Pontuação: ---



Perfil de ácidos gordos essenciais:

Ómega 3 e Ómega 6:

-- Pele seca, eczema ou olhos secos

-- Cabelo seco ou caspa

-- Problemas inflamatórios, por exemplo, artrite

-- Sede ou suor excessivos

-- Síndrome Pré- Menstrual (SPM) ou dores no peito

-- Retenção de líquidos

-- Infecções frequentes

--Memória fraca ou dificuldades de aprendizagem

-- Tensão arterial elevada ou nível elevado de lípidos no sangue

Pontuação: ---



2- Análise do estilo de vida:

Controlo de energia:

-- Precisa de mais de oito horas de sono por noite?

-- É raro sentir-se perfeitamente acordado e capaz de começar a mexer-se vinte minutos depois de se levantar?

-- Precisa de qualquer coisa para despertar de manhã, como uma chávena de chá, um café ou um cigarro?

-- Toma chá, café, alimentos ou bebidas com açúcar ou fuma a intervalos regulares durante o dia?

-- É frequente sentir-se tonto ou sonolento durante o dia ou depois das refeições?

-- Sente-se tonto ou irritado quando está seis horas sem comer?

-- Evita fazer exercício porque não se sente com energia?

-- Sua muito durante a noite ou o dia ou tem sede de mais?

-- Por vezes deixa de conseguir concentrar-se ou fica com a cabeça vazia?

-- Tem menos energia do que costumava ter?

Pontuação: ---



Controlo do stress:

-- Sente-se culpado quando descansa?

-- Sente uma necessidade permanente de reconhecimento ou de êxito?

-- Os seus objectivos na vida não são claros?

-- É especialmente competitivo?

-- Trabalha mais do que a maioria das pessoas?

-- Zanga-se com facilidade?

-- É frequente executar simultaneamente duas ou três tarefas?

-- Sente-se impaciente se as pessoas ou as coisas o fazem atrasar-se?

-- Tem dificuldade em adormecer, dorme agitado ou acorda com a cabeça a funcionar aceleradamente?

Pontuação: ---



Controlo do exercício:

(Conte dois pontos por cada resposta “sim”)

-- Faz exercício que acelera notoriamente o seu ritmo cardíaco durante 20 minutos, pelo menos, mais de três vezes por semana?

-- O seu trabalho implica andar muito, levantar pesos ou qualquer outra actividade vigorosa?

-- Pratica desporto com regularidade (futebol, squash, etc.)?

-- Tem passatempos fisicamente cansativos(jardinagem, carpintaria, etc.)?

-- Está a treinar-se para uma prova desportiva?

-- Considera-se em forma?

Pontuação: ---



Controlo imunitário:

-- Constipa-se mais de três vezes por ano?

-- É-lhe difícil libertar-se de uma infecção (constipação ou outra)?

-- Tem tendência a sofrer de aftas ou de cistite?

-- Toma antibióticos duas ou mais vezes por ano?

-- No ano passado, perdeu alguém muito importante para si?

-- Na sua família, há alguma história de cancro?

-- Alguma vez lhe tiraram gânglios ou nódulos ou fez uma biopsia?

-- Tem uma doença inflamatória do tipo eczema, asma ou artrite?

-- Sofre de febre dos fenos?

-- Tem problemas de alergias?

Pontuação: ---



Controlo da poluição:

-- Vive numa cidade ou perto de uma artéria movimentada?

-- Passa mais do que duas horas por semana no meio do tráfego?

-- Pratica exercício físico (trabalhar, andar de bicicleta ou praticar desporto) em artérias movimentadas?

-- Fuma mais de cinco cigarros por dia?

-- Vive ou trabalha numa atmosfera carregada de fumo?

-- Compra alimentos expostos a gases de tubos de escape em artérias movimentadas?

-- Come geralmente alimentos não-biológicos?

-- Bebe mais do que uma unidade de álcool por dia (um copo de vinho, uma caneca ou 600 ml de cerveja ou uma medida de bebidas espirituosas)?

-- Passa muito tempo em frente da televisão ou do ecrã do computador?

-- Bebe normalmente água da torneira sem ser filtrada?

Pontuação: ---



Controlo cardiovascular:

-- A sua tensão arterial é superior a 140/90?

-- Depois de 15 minutos de repouso, a sua pulsação é superior a 75?

-- Pesa mais de 7 kg do que o seu peso ideal?

-- Fuma mais de cinco cigarros por dia?

-- Pratica menos de duas horas de exercício físico vigoroso por semana (ou de uma hora se tem mais de cinquenta anos)?

-- Come mais do que uma colher de chá de açúcar por dia?

-- Come carne mais do que cinco vezes por semana?

-- Costuma acrescentar sal à comida?

-- Bebe mais do que duas bebidas alcoólicas por dia?

-- Na sua família, existe uma história de doença cardíaca ou diabetes?

Pontuação: ---



Controlo da saúde feminina:

-- Sofre regularmente de SPM? Sim/Não

-- Está grávida ou a tentar engravidar? Sim/Não

-- Está a amamentar? Sim/Não

-- Tem sintomas de menopausa ou já passou a menopausa? Sim/Não

Controlo da idade:

Tem menos de 11 anos? Sim/Não

Tem entre 11 e 16 anos? Sim/Não

Tem mais de 50 anos? Sim/Não


Conte um ponto para cada resposta afirmativa. Se pontuar cinco ou mais em cada categoria acrescente às pontuações individuais de nutrientes os pontos mostrados na fig.1. Registe a pontuação total na coluna da fig.2. Quanto mais elevada for a pontuação maior será a necessidade suplementar do nutriente, de preferência ingerida através da alimentação. Para pacientes com idade inferior a 14 anos divide-se o seu peso por 50 ao que se multiplicam os níveis obtidos.


Fig. 1
Fig. 2

HOLFORD, Patrick - a bíblia da alimentação. Editorial Presença. Lisboa, 2ª edicação, 2004, p.297-307.

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Em jejum


Em tempo de Quaresma, de abstinência e renúncia (alimentar), e colados ao Equinócio da Primavera, uma das épocas mais propícias para jejuar, evocamos a sua utilidade. Um exemplo para alimentar a alma e restabelecer o corpo, desde que praticado com precaução.

Texto e desenho* Dina Cristo

Saudável e benéfico seria o hábito da moderação à mesa e a prática de uma dieta vegetariana e frutífera, com alto poder alimentício, devido à capacidade de absorção das células – por longo tempo. Contudo, mais vulgar é a gula, um vestígio do instinto de sobrevivência. A dieta carnívora, típica do tipo de sangue O (o mais comum), sobrecarrega o organismo; pela sua decomposição rápida exige (mais) refeições frequentes, envenena o sangue e desgasta os órgãos.
Esta alimentação incorrecta pode e deve ser corrigida, através da prática de jejum. A privação de alimento, durante um tempo limitado, pode regenerar o organismo exausto. «É bom jejuar de vez em quando pelo menos vinte e quatro horas. Aquele que sabe como jejuar compreende que o jejum é uma outra forma de se alimentar. Sim, quando se priva um pouco o corpo físico de alimento, são os outros corpos, mais subtis – etérico, astral e mental – que começam a alimentar-se. Quando o nosso corpo físico não recebe todo o alimento a que está habituado, é dado um alerta e, como há no organismo entidades que velam pela nossa sobrevivência, vêm então, de uma região mais elevada, entidades que nos proporcionam o que nos faz falta e nós começamos a absorver certos elementos subtis que se encontram na atmosfera (…)»(1).
Existe, contudo, o risco de prolongá-lo: «Em certas condições, o jejum durante um ou dois dias é, sem dúvida, benéfico; mas assim como há glutões, também há outros que vão ao extremo oposto, jejuando em excesso. Aí reside o grande perigo», escreveu Max Heindel (2).
O jejum pode ser benéfico ao permitir pacificar as células e depurar o corpo. Se adequado, nomeadamente ao tipo de sangueA, B, AB ou O, e efectuado com moderação e lucidez, permite fortalecer a vontade e clarificar a mente, mas não deve ser praticado por pessoas em estado de vulnerabilidade. Os casos excepcionais, como o místico indiano Prahlad Jani, são isso mesmo: excepções.
Sugestão
De acordo com Alberto Chang, terapeuta de medicina natural, o jejum, de 24h, pode ser constituído por três litros de água com sumo de limão ou laranja. Deve ser antecedido por um dia com três quilos só de um tipo de fruta neutra (maçã, melancia, papaia, pêra, pêssego ou kiwi), nas mais variadas formas e acompanhado por dois litros de água ou chá (nomeadamente de alecrim, que é depurante) e um clister, de camomila morna.
No dia anterior a este, a preparação é feita com base em fibras vegetais: o pequeno-almoço com leite (de soja) e frutos secos, como nozes e/ou amêndoas. A principal refeição, ao almoço, à base de arroz integral com uma salada, com azeite, por exemplo, de alho, beterraba, cebola, cenoura, couve rouxa, espinafre, nabo e rabanete. À noite, uma sopa de legumes, com quinoa, trigo serraceno ou amaranto. No dia anterior deverá fazer-se uma refeição mais ligeira, à base de peixe.
Após o dia de jejum, propriamente dito, recomeçará a mesma dieta mas em sentido inverso: o quinto dia será igual ao terceiro (com outra fruta - uma oportunidade neste ano em que o Borda D`Água prevê a sua abundância) e o sexto ao segundo, o sétimo ao primeiro. Desta forma, pode obter-se um jejum saudável. «A terra exausta», como escreveu Helena Blavatsky, «deve ficar sem lavoura até que possa abrigar um novo plantio» (3).
Na Primavera ou no Outono, a privação alimentar, regulada, praticada com equilíbrio, nas actuas condições de irracionalidade alimentar, pode constituir um meio útil de se preparar para os novos desafios das estações mais extrovertidas ou introvertidas. Pode ser realizado em época de Lua Cheia e completado com meditação, numa espécie de purificação integral. Ao desintoxicar, vitaliza e restaura o organismo proporcionando uma sensação de leveza, um renascimento, tão bem simbolizado na Páscoa, após a quarentena.

* Anos 70. (1) AIVANHOV, Omraam Mikhael – Pensamentos quotidianos. Publicações Maitreya, 2011 (13 de Março). (2) HEINDEL, Max - Princípios ocultos da saúde – a cura. Zéfiro, Projecto Apeiron, 2010, p.33. (3) Citado por "O Teosofista" Maio 2008 de "Collected Writings”, H. P. Blavatsky, Theosophical Publishing House, Adyar, Índia, volume IV, 718 pp., ver p. 299. Publicado inicialmente em “The Theosophist”, Adyar, January 1883, p. 91.

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Gripados?


As crianças, sobretudo as do tipo de sangue AB, são um dos grupos mais vulneráveis


Antes da interrupção durante o mês de Agosto, recuperamos a importância do ânimo e tipo de sangue, ao nível das causas, e do fortalecimento da imunidade e antioxidantes, no âmbito da cura gripal. À nossa disposição estão alguns dos mais poderosos antivirais: desde alimentos a suplementos alimentares passando pelos chás. Um contributo para que o H1N1, que há noventa anos matou dezenas de milhões de pessoas, possa agora ser vencido.

Texto e desenho* Dina Cristo

A gripe é efeito de agressão por um micróbio virulento, em que as defesas imunitárias não protegeram. Do ponto de vista da metafísica médica é sinal de fragilidade e significa que a pessoa (ou pessoas, no caso de uma epidemia) se deixa facilmente invadir por pensamentos, palavras ou gestos dos outros. Talvez se acuse(m), ainda que de forma pouco consciente, de ser(em) repugnantes ou ignóbeis. Para Lise Bourbeau o problema físico resulta de uma crença inconveniente que bloqueia o(s) desejo(s) e impede de realizar necessidade(s) legítimas da alma.
Para Kurt Tepperwein a gripe revela um conflito por resolver (cuja energia atrai germens patológicos) ou que não se enfrentou; uma obrigação, tarefa ou problema que se tentou evitar, não se admite ou está preparado para encarar. Segundo Hamer Ryke Geerd, citado por Lise Bourbeau, a infecção pertence ao grupo de doenças frias, aquelas em que o conflito está activo. Kurt Tepperwein complementa: quando se trata de uma doença aguda é sinal de que a causa é actual, quando é grave significa que o conflito é antigo e se mantém por solucionar. No caso da inflamação, como explicou Hamer Geerd, integra-se nas doenças quentes, quando o conflito foi resolvido e o corpo se está a restabelecer.
Estado de espírito contagia

Para que um contágio aconteça há diversos factores: os genes, a higiene, a exposição, a saúde pública, a idade
[1], estados já doentes, o cansaço, a susceptibilidade ou a sobrevivência. Mas três dos mais importantes são o humor, o sistema imunitário e o tipo de sangue.
Lise Bourbeau salientou que a infecção pode produzir-se numa pessoa pessimista e que é o próprio medo da agressão que a põe em contacto com pessoas e circunstâncias agressivas. Também Patrick Holford sublinha que a tensão, a depressão e o luto deprimem o sistema imunitário.
Max Hendel o havia referido: “(…) a realidade é que alta percentagem das nossas enfermidades é devida ao medo por parte do paciente”. E, lembra que a humanidade conseguiu aterrorizar as grandes criaturas mas t(r)eme perante as (mais) pequenas. Nos casos de humor mais baixo – não só o medo mas também os nervos, a preocupação, a raiva, o desânimo – destroem o poder de resistência do corpo e dão-lhe propensão para ficar doente.
No capítulo XIV, sobre a mente e a cura, do livro “Princípios ocultos de saúde e cura”, Max Heindel afirma categoricamente que “(…) o contágio vem de dentro” e explica-o. No dia-a-dia, o Ser Humano contacta com milhares e milhares de germens e parasitas: caso das moscas, do próprio leite, da água, das notas, das moedas… Contudo, nem sempre adoece.
O baço é, como recorda James A. Duke, em “Farmácia verde”
[2], o órgão no qual se agrupam as células combatentes do sistema imunitário. Max Heindel, já anteriormente, esclarecia: o baço é o órgão que atrai um veículo (composto de éter e energia solar) que assimila e através dele penetra o sistema nervoso do corpo humano, convertendo-se em fluído vital (rosado), através do qual os músculos se movem e os órgãos realizam as suas funções… vitais. A parte absorvida e não utilizada é depois irradiada para fora do corpo. Se for em linha recta significa que a pessoa possui um estado de saúde irradiante: «Nestas condições nenhum germe pode encontrar guarida no corpo. Não pode penetrar vindo de fora, porque estas correntes de força invisíveis o impedem da mesma [forma] que uma mosca não pode passar através de um ventilador em movimento.»[3]
Pelo contrário, quando o estado de humor baixa, o mesmo fluído é irradiado da periferia do corpo de forma decaída, dobrada e mais lenta – é como se, exemplifica o autor, diminuísse a voltagem ou cortasse parcialmente a corrente eléctrica. O corpo ao retrair-se, com pensamentos e/ou sentimentos negativos, deixa de absorver fluído vital em quantidade suficiente (e quanto menos assimilar pior será o estado de saúde), as forças quebram e o organismo fica vulnerável ao ataque e passagem dos micróbios: «(…) desde o momento em que permitimos que os pensamentos de temor, de preocupação, ira, desalento, etc., nos assaltem, o corpo procura fechar as portas, por assim dizer, contra todos os inimigos exteriores, imaginários ou reais. O baço fecha-se e deixa de especializar o fluído vital em quantidade suficiente para as necessidades do corpo»
[4].
Diz-me que sangue tens…

O tipo de sangue é, defende Peter J. D´Adamo, um factor crucial, dita a gravidade de uma infecção, dá determinada capacidade de adaptação, desenvolvimento de barreiras e afastamento no próximo ataque. A história da sobrevivência humana tem sido, atenta, de luta contra as doenças infecciosas: umas criam mais problemas para alguns tipos sanguíneos enquanto outros estão mais protegidos: «O tipo sanguíneo permite que o organismo resista a algumas doenças infecciosas e debilita e limita as reacções a outras»
[5].
Quase todas as doenças infecciosas, que influencia(ra)m a demografia - como a varíola, cólera, tuberculose, Peste Negra, malária, sarampo, diarreia, tifo, pneumonia - tiveram preferência por um tipo sanguíneo, especificamente susceptível e um outro, oposto, que é resistente. Por exemplo, o tipo O tem sido mais vulnerável à tuberculose e foi o mais atingido pela Peste Negra (yersina), que matou 1/3 da população; o tipo A às doenças cardíacas e ao cancro e o tipo AB à varíola.
No caso da gripe, uma doença virulenta, normalmente de tipo A e tipo B, tem assassinado milhões de pessoas desde o final do século XIX e continua letal. E se a vacina oferece alguma protecção, afirma, a verdade é que o vírus pode modificar-se e torná-la ineficaz: «No caso de algumas variedades do tipo A, já vimos surgir mutações inteiramente novas, contra as quais nenhum sistema imunológico tinha qualquer defesa. Naqueles anos, a gripe tornou-se pandémica, uma epidemia mundial que matou milhões e milhões de pessoas»
[6]. Uma contribuição para a mudança e progressão genética, na análise daquele médico naturopata e pesquisador.
Segundo Peter D´Adamo
[7], o tipo O é altamente susceptível às variedades mais virulentas; estão entre os mais atingidos nos anos em que o vírus está mais poderoso. Contudo, o O “Tem uma capacidade relativamente boa de gerar anticorpos contra os vírus comuns do tipo A (A H1N1, vírus da gripe espanhola que há noventa anos fez dezenas de milhões de mortos, e o A H3N2, responsável pela gripe de Hong Kong, de há 50 anos, e que fez quase um milhão de vítimas mortais). Tende a adoecer com mais facilidade por causa do primeiro do que do segundo. Tem uma reacção menos forte contra o vírus B.
O tipo de sangue A tende a contrair as formas menos virulentas do vírus e, se adoecer, a gravidade da gripe não é tanta. Demonstra capacidade de reagir rápida e substancialmente (e a capacidade de reagir rapidamente a um novo atacante é que marca a diferença entre ter uma constipação sem importãncia ou ficar uma semana de cama com gripe) contra o vírus A H1N1 e ainda maior contra o vírus tipo A H3N2. A reacção contra o vírus B da gripe é mais fraca.
O tipo de sangue AB possui uma capacidade relativamente fraca de gerar anticorpos contra qualquer vírus da gripe; é bastante indefeso contra todos eles (é ainda conhecido o H2N2 que, há mais de 60 anos, matou acima de um milhão de pessoas no mundo e ficou conhecido pela gripe asiática) e, para si, a gripe é, todos os anos, um problema.
O tipo sanguíneo B tem uma defesa mais fraca contra o vírus A H3N2 (este antigénio pode ser encontrado neles cinco meses depois de se terem recuperado da gripe, mesmo sem sintomas) e ligeiramente melhor contra o A H1N1. Tem muito mais vantagem contra as variedades de vírus do tipo B da gripe do que qualquer outro tipo de sangue. O antigénio é que despoleta o processo de resposta imunológica que termina com a produção de anticorpos. Um deles é a fucose, em que o leite humano é rico, que ajuda o bebé enquanto tal, a lutar eficazmente contra as infecções.
"Tropas" em combate

Outro dos factores decisivos é o sistema imunitário, cuja função é identificar e destruir os inimigos do organismo. As principais células imunitárias são, seguindo o mesmo autor, as B, T, macrófagos e glóbulos brancos ou leucócitos. As células B segregam anticorpos específicos que se agarram ao invasor, impedindo o(s) vírus de entrar nas células orgânicas e, portanto, de se apoderar do seu centro de controlo, reprogramá-lo e, por consequência, reproduzir-se.
As células T, ou linfócitos, vivem cerca de quatro dias e são produzidas no timo. São de três tipos: as T-auxiliares, que ajudam a activar as células B a produzirem antigénios, normalmente constituem o dobro das T-supressoras; estas, quando a batalha contra o invasor está ganha, terminam as reacções, e as NK, as “assassinas natas", uma vez que produzem toxinas capazes de destruir o agressor. Os macrófagos engolem e digerem os invasores já identificados pelas células B e T – é a fagocitose. As que operam especificamente no sangue denominam-se monócitos.
Assim que um invasor é identificado são produzidas novas “tropas”, colocadas em “fortalezas” como as amígdalas, o apêndice, o baço ou os gânglios linfáticos. Patrick Holford, em “A bíblia da alimentação”, lembra que o sistema imunitário tem a capacidade de produzir, num minuto, um milhão de anticorpos e de reconhecer, e desarmar, biliões de antigénios - os invasores cujos principais canais de acesso são os pulmões e o tubo digestivo.
Já no Séc.XIX Louis Pasteur havia notado que seria mais eficaz apostar no fortalecimento do sistema imunitário do que uma estratégia orientada para a destruição dos invasores, como aconteceu. Só hoje, com o aumento de agentes infecciosos e resistentes aos medicamentos – venenosos para o organismo, como sublinha Patrick Holford – é que a atenção se volta para a imunidade natural, como é o caso do interferon.
Perdoar e alegrar

Para a descobrir qual a crença que está a bloquear o(s) desejo(s) e a impedir de realizar necessidade(s) legítimas do Ser (Interno) Lise Bourbeau propõe, no seu livro «O teu corpo diz “ama-te” – a metafísica das doenças e do mal-estar
[8]», a resposta a três perguntas: 1. a)- Descreva o que vive no seu corpo; b)- Qualifique como se sente com este problema; 2.a)- O que é que o mal-estar o está a obstaculizar na vida? b)- Isto (resposta à 2.a) impede-lhe de ser o quê na sua vida? 3. a)- Se se permitisse ser (resposta à 2.a.) que lhe poderia acontecer de desagradável ou inaceitável? b)- Nesse caso, como se julgaria? c)- Como julga que os outros o julgariam?[9]
A mesma autora sugere sete etapas do perdão: 1.Identificar as emoções. 2. Tomar responsabilidade pela escolha de reagir com amor ou com medo. 3. Aceitar o outro e renunciar. 4. Perdoar-se; permitir ter direito a ter (tido) medos, crenças, fraquezas. 5. Mostrar desejo de exprimir o perdão. 6. Ver a pessoa em questão; exprimir o que se viveu e pedir-lhe perdão pelas acusações feitas. 7. Fazer a ligação com uma situação ou decisão face a um parente. Refazer (todas) as etapas com essa pessoa (ainda que seja o próprio).
Lise Bourbeau recomenda ainda tomar contacto com a força interior, reconhecer a capacidade de afirmação e deixar de acreditar que deve mostrar-se fraco, frágil ou vulnerável para obter atenção ou amor dos outros. No caso de uma inflamação, não pensar que está doente, mas agradecer ao corpo por se estar a regenerar e, em caso de dores, quando o conflito está activo, enfrentar o problema e resolvê-lo - decidir e aplicar consequentemente a determinação.

Prevenir

São várias as indicações, consoante os autores, para manter o sistema imunitário forte e saudável. Peter D´Adamo indica o seguimento de uma dieta específica para o seu tipo de sangue, nomeadamente os alimentos benéficos, que funcionam como remédios, a redução do stress e a toma de suplementos (não anti mas) probióticos, bactérias benéficas para a saúde humana, nomeadamente a estirpe lactobacillus salivarius, que é boa para adultos, como salienta Patrick Holford, para quem só sucumbimos aos micróbios quando estamos em baixo e a melhor cura é a prevenção.
O fundador do Institute for Optimum Nutrition recomenda, além de um conveniente estado de espírito e de uma adequada alimentação, relaxamento e meditação, que aumentam a contagem de células imunitárias. A importância do exercício físico advém de proporcionar a circulação do líquido linfático ao movimentar os músculos e, através dos vasos linfáticos, levar os invasores até aos “fortes” para ali serem destruídos.
Max Heindel defende(u) além da exercitação física também a actividade mental, um estado de ânimo de alegria e esperança como o melhor dos remédios e aconselhou uma crença sincera na saúde: «É uma lei que, se pensamos em saúde, acabaremos forçosamente por exprimi-la, tarde ou cedo»
[10]. Deixou orientações no sentido de uma vida racional, sensata, livre de excessos, dando ao corpo alimentos puros, procedentes do reino vegetal, a obediência às leis da vida e a demonstração da fé e optimismo com obras.
Dietas

Segundo Patrick Holford a dieta ideal para estimular a capacidade imunitária passa por uma quantidade suficiente de gorduras essenciais – existentes nos óleos de semente extraídos a frio -, muita fruta – como melancia, laranja e kiwi -, legumes frescos - como cenoura, beterraba (incluindo a rama), tomate e batata-doce -, sementes moídas, cereais integrais – como o arroz – e peixe; deve evitar-se carne e alimentos alérgicos.
O mesmo autor exemplifica ainda. No caso do sumo de melancia, pode desfazer a polpa e as sementes, pois são ricas em proteínas, zinco, selénio, vitamina E e óleos essenciais, e beber um litro por dia. Pode fazer uma sopa de cenoura, com três destes legumes, dois tomates, agriões biológicos, pedaços de tofu, leite de arroz (ou soja) e amêndoas ou sementes moídas. Poderá igualmente preparar uma grande salada com favas, brócolos, cenoura, beterraba, courgette, agrião, alface, tomate, abacate, pedaços de tofu, alho esmagado e óleo extraído a frio.
Patrick Holford aconselha a comer pouco (mas assegurando uma quantidade suficiente de proteínas), a manter-se quente e a evitar os lacticínios, já que a infecção viral tende a aumentar a produção de muco. A estas juntam-se sugestões de Peter D`Adamo: uma mistura concentrada de mirtilo, cereja, maçã e sabugueiro.
Durante uma infecção, quer o invasor quer o próprio sistema imunitário produzem radicais livres – substâncias químicas perigosas, as toxinas - que podem ser combatidas com nutrientes antioxidantes, que desintoxicam o organismo. São igualmente muito recomendados estimulantes da imunidade natural, o interferon – que desarma os espigões dos vírus, ligando-se a eles - e os antivirais – sobretudo quando a infecção está instalada, mas também como manutenção, embora em doses mais baixas, e mesmo em resfriados.
Nutrição adequada

Peter J. D´Adamo indica o Zanamivir, remédio que reduz os sintomas quando já ocorreu a infecção e previne-a por completo, e o sabugueiro, que inibe a repetição de todas as variedades do vírus da gripe. Patrick Holford receita especificamente o extracto de bagas de sabugueiro, o Sambucol, em uma colher de sobremesa três a quatro vezes por dia: acelera a recuperação, reduz a duração da gripe e impede o vírus de se instalar; tem a propriedade de inibir a acção da enzima neuraminidase, que cobre os espigões minúsculos dos vírus com que penetram na membrana da célula, furando e destruindo a parede celular.
A vitamina C - mais eficaz do que o AZT, defende Patrick Halford - é, segundo este autor, um nutriente de elite para estimular a imunidade: ajuda ao amadurecimento das células imunitárias, protege-as dos radicais livres, estimula a produção de interferon, melhora o rendimento dos anticorpos e macrófagos, é antiviral e capaz de destruir as toxinas. Os vírus não conseguem sobreviver num ambiente rico em vitamina C. Com uma grama (equivalente a mil mg) por dia tem um efeito protector mas, mesmo em manutenção, pode ir até às três gramas diárias; em caso de combate a infecções poderá atingir entre seis a 10 gramas diárias, de preferência com a primeira toma ao acordar e a última ao deitar. São fontes desta vitamina o camu-camu, a acerola, pimentos verdes, melão-cantalupa, kiwi ou, ainda a título de exemplo, o ananás.
A vitamina A fortalece as paredes das células (mantém a integridade do tubo digestivo, dos pulmões e de todas as membranas celulares) afastando os vírus e impedindo-os de entrarem no corpo. É, segundo Patrick Holford, um poderoso antioxidante, que se pode tomar, para manutenção, 7500 Unidades Internacionais (UI) por dia, mas, como pode ser tóxico em grandes quantidades, só deve ser ingerido, em caso de infecções, durante uma semana, entre 10 mil a 25 mil UI por dia.
Nas vitaminas, a E, antioxidante, que melhora o funcionamento das células B e T, e que se encontra nos frutos secos, sementes, glúten de trigo e óleos extraídos a frio, pode ser tomada, em caso de infecção, entre 500 a mil UI por dia; para estimular a imunidade, sobretudo em conjunto com o selénio, pode ser a partir dos 100 UI/dia. As vitaminas B – nomeadamente B1, B2, B5, B6, B12, também são “amigas” das células imunitárias.
Quanto à alimentação, é benéfico o alho, cebola, cogumelos medicinais ou gengibre, por exemplo. O alho contém alicina, uma substância antiviral, e enxofre, que actua como antioxidante; pode ser ingerido um dente por dia e, em caso de infecção, dois a seis. James A. Duke
[11] indica 10 por dia, em molhos, sopas, pão… Os cogumelos, designadamente o maiitake, reishi ou ganoderma, contêm polissacáridos que estimulam a imunidade; o shiitake possui, além disso, através do composto lentiname, propriedades antivirais.
A cebola, embora menos potente do que o alho, tem propriedades antivirais semelhantes. Em caso de resfriado, o autor do livro “Farmácia verde” propõe que se tome a intervalos, como se de um xarope se tratasse, lascas cruas demolhadas, durante uma noite inteira, num pouco de mel. O gengibre, por seu lado, contém quase uma dúzia de compostos antivirais, muitos dos quais também se encontram na curcuma, o açafrão-da-índia. São recomendadas duas colheres de raiz de gengibre fresca triturada, numa chávena de água a ferver, às quais pode juntar um pau de canela.
Com o gengibre pode combinar o chá de unha-de-gato, antiviral com alcalóides que estimulam a função imunitária: duas gramas por dia, para manutenção e até seis em caso de infecção, quatro vezes por dia. O alcaçuz contém oito compostos antivirais activos - como a glicirrizina, que inibe vários dos processos envolvidos na reprodução viral – e leva o corpo a libertar o interferon. Devido ao seu sabor, pode ser usado como adoçante. À forsítia e madressilva pode ainda juntar-se a erva-cidreira, um dos chás antivirais mais habitualmente utilizados.
Alternativas

Nos minerais, o zinco é um dos mais importantes, é crucial para a produção e funcionamento adequado das células imunitárias, especialmente as B e T, mas deve ser tomado com cuidado. Em alguns casos só no combate à infecção, numa dose entre os 15 e os 50 mg por dia: «(…) o seu excesso pode suprimir a capacidade de os macrófagos destruírem as bactérias. A ingestão diária ideal é de 15 a 25 mg. Apesar de o zinco poder ser um suplemento benéfico durante uma infecção viral, pode não ser uma boa ideia tomá-lo no decurso de uma infecção bacteriana. O mesmo se aplica ao ferro»
[12]. Além deste, estão envolvidos na antioxidação, o manganésio, o cobre ou o selénio, um mineral que abunda nos mariscos e nas sementes de sésamo e pode ser tomado 100 gr. para manutenção e entre 200 a 300 gr. diárias, em caso de infecção.
Se preferir gotas pode optar pelo extracto de caroço de toranja, o Citricidal, antiviral que possui um efeito semelhante ao dos antibióticos, mas não danifica as bactérias benéficas dos intestinos. Pode tomar-se cinco gotas por dia, em manutenção, e entre 20 a 30, em caso de infecção. Não é, contudo, conveniente tomá-lo depois de já ter assimilado probióticos. A serpentária, a chamada banha da cobra, é também uma substância antiviral que, em caso de infecção, é receitado entre 10 a 15 gotas de extracto concentrado três vezes por dia.
O betacaroteno (também fonte de vitamina A), é um antioxidante que se encontra nos legumes frescos bem como nos alimentos vermelhos, laranjas e amarelos. Sugere-se um sumo de cenoura e/ou melancia, por exemplo, ou então a toma de um suplemento entre 10 mil a 25 mil UI por dia, em caso de infecção - reduzida para 7500, quando em manutenção.
Para enfrentar uma infecção viral, Patrick Holford refere também o aloés, antiviral e estimulante da imunidade; uma a três gramas por dia de lisina, de astrágalo (ou alquitera) e de ácido caprílico; duas a três gramas de glutationa e cisteína, aminoácido antioxidante; uma a duas colheres de sobremesa, por dia, de pólen de abelhas; 50 a 500 mg, diárias, de hipericão ou milfurada; 200 a 500 mg de hidraste, que aumenta o fornecimento de sangue ao baço; 100 a mil mg também diárias de artemísia ou artemigem; óleo de cameleira, cardo mariano, alcachofra de Santo António, extracto de bagas de mirtilo, picnogenol, ácido lipóico e bioflavonóides.
A esta lista James A. Duke junta equinácea (mastigar a raiz), o zimbro, que contém um composto antiviral (a deoxipodofilotoxina), o eucalipto, que contém vários compostos antivirais. Em caso de um suplemento antioxidante, este deve ser de boa qualidade e com elevada potencia, defende Patrick Holford; deve integrar 20 mil UI (6600mcg) de vit.A, 300 UI de vit. E, 100 mg de vit.B6, 20 mg de zinco e 100 mcg de selénio.
Para os casos de resfriados James A. Duke propõe, além de uma canja com alho, cebola, gengibre e pimenta, 30 gr. de agrião fresco em salada, que pode combinar com o gengibre, para a tosse e coriza; uma chávena de manhã e outra à noite de uma a duas colheres de anis macerado em meia chávena de água a ferver durante 10 a 15 minutos, depois de coado; alteia e outras malvas; juntar cerejas-bravas maceradas à limonada; a raiz do ulmeiro-vermelho, alivia a tosse e garganta; o chá com flores de verbasco ou barbasco, um expectorante, além das já referidas serpentária, em infusão, e casca de salgueiro, que acalma a dor e é anti-inflamatório.

* Anos 70 [1] As principais vítimas da gripe são, normalmente, os recém-nascidos e idosos, um dos grupos mais vulneráveis. [2] DUKE, James A. - Farmácia verde, Publicações Europa-América, 2004. [3] HEINDEL, Max - Princípios ocultos de saúde e cura. [4] HEINDEL, Max - Princípios ocultos de saúde e cura. [5] ADAMO, Dr. Peter – Viva melhor com a dieta do tipo sanguíneo, Ed, Campus, 2001, pág.370. [6] ADAMO, Dr. Peter – Viva melhor com a dieta do tipo sanguíneo, Ed, Campus, 2001, pág.374/5. [7] ADAMO, Dr. Peter – Viva melhor com a dieta do tipo sanguíneo, Ed, Campus, 2001, pág.374. [8] BOURBEAU, Lise - O teu corpo diz “ama-te” – a metafísica das doenças e do mal-estar, 4ª reimpressão, 2007, pág. 391. [9] Interpretação proposta pela autora dos resultados obtidos: 1. o que vive face á pessoa ou situação que desencadeou o mal-estar. 2. O(s) desejo(s) bloqueados. 2.b)- Necessidade legítima do Ser bloqueada pela crença três. 3. Crença maléfica que bloqueia o(s) desejo(s) e impede de realizar a necessidade, criando o problema físico. [10] HEINDEL, Max - Princípios ocultos de saúde e cura. [11] DUKE, James A. – Farmácia verde, Publicações Europa-América, 2004. [12] HOLFORD, Patrick – A bíblia da alimentação, Editorial Presença, 2ª ed., 2004, pág. 164.

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